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terça-feira, 14 de julho de 2009

Para alunos e professores


Premiação para professores no Rumos Jornalismo Cultural 20009-2010

Você, docente do curso de graduação e/ou pós-graduação de Comunicação Social com um mínimo de 2 anos de experiência, pode se inscrever até 31 de julho na Carteira Professor do programa Rumos Jornalismo Cultural. Importante: não é necessário que você ministre a disciplina de Jornalismo Cultural.

Confira como concorrer:

1. Você redige um texto sobre a formação do aluno e/ou o aperfeiçoamento do professor em jornalismo cultural. Pode ser uma simples reflexão, um projeto ou um relato de caso, consolidado ou não. O Itaú Cultural quer saber o que você tem a dizer sobre o ensino da matéria.

2. Os autores dos trabalhos selecionados vão ganhar, entre outros prêmios:

- publicação do texto inscrito e do currículo profissional no site do Itaú Cultural com pagamento de R$ 700,00 pelos direitos autorais;
- bolsa de 4 mil reais (dividida em quatro parcelas) para realizar, com seus colegas de seleção, uma pesquisa sobre o ensino do jornalismo online no Brasil por meio de um Fórum Virtual, de março a agosto de 2010;
- Pagamento de R$ 2.200,00 pelos direitos autorais da pesquisa, para publicação em livro;
- 30 livros sobre jornalismo e cultura, escolhidos pelo próprio selecionado a partir de uma lista de 100;
- assinatura de duas publicações nacionais mensais sobre cultura pelo período de um ano;
- Presença garantida no VI Colóquio (dezembro de 2009) e no III Seminário Internacional (dezembro de 2010) do programa Rumos Jornalismo Cultural, na sede do Itaú Cultural em São Paulo/SP, com passagens e estadias para os selecionados residentes fora da cidade.

O edital completo, com todas as informações detalhadas, e a ficha de inscrição estão no www.itaucultural.org.br/rumos. Acesse e saiba também como seu aluno pode se inscrever na Carteira Estudante, com reportagens culturais para mídia impressa, sonora, audiovisual ou web.

Dúvidas podem ser tiradas pelo rumosjornalismo@itaucultural.org.br

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Premiação do Rumos Jornalismo Cultural para Estudantes

Se você está matriculado no terceiro, quarto ou quinto períodos de Comunicação Social ou Jornalismo, e se interessa pela editoria de cultura, inscreva-se gratuitamente até 31 de julho na Carteira Estudante do programa Rumos Jornalismo Cultural 2009-2010.

Confira as principais informações para concorrer.

1. Basta produzir uma reportagem cultural numa dessas quatro categorias: Mídia Impressa, Sonora, Audiovisual ou Web. Essa matéria não será publicada. Mas você terá a oportunidade de produzir uma nova matéria especial para publicação na revista multimidia :singular, se for selecionado.

2. Os autores das reportagens selecionadas vão ganhar, entre outros prêmios:

- Bolsa mensal, de março a novembro de 2010, no valor de R$ 700,00, para a produção de uma nova reportagem cultural para publicação na revista multimídia :singular;
- Participação semanal em exclusivo Laboratório Online de Jornalismo Cultural, sob orientação de um editor, para a realização da reportagem;
- R$ 700,00 para cobrir os custos de produção da reportagem;
- Pagamento de R$ 1.000,00 pelos direitos de publicação da reportagem na revista;
- Distribuição gratuita da revista a jornalistas, dirigentes de comunicação, acadêmicos e demais formadores de opinião, além de institutos de pesquisa em comunicação e bibliotecas de cursos de Comunicação Social de todo o Brasil;
- 20 livros sobre jornalismo e cultura para o selecionado e mais 20, iguais, para a biblioteca de seu curso de comunicação;
- Presença garantida no VI Colóquio (dezembro de 2009) e no III Seminário Internacional (dezembro de 2010) do programa Rumos Jornalismo Cultural, na sede do Itaú Cultural em São Paulo/SP, com passagens e estadias para os selecionados residentes fora da cidade.

O edital completo, com todas as informações detalhadas sobre cada categoria, e a ficha de inscrição estão no www.itaucultural.org.br/rumos. Acesse e saiba também como seu professor pode se inscrever na Carteira Professor, com textos sobre o ensino do jornalismo cultural no Brasil.

Dúvidas podem ser tiradas pelo e-mail rumosjornalismo@itaucultural.org.br.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Inscrições abertas para estágio na Globo


Cronograma

Programa de Estágio 2010 (Rio de Janeiro e São Paulo) INSCRIÇÕES ABERTAS.

RIO DE JANEIRO - Programa de Estágio 2010: Cronograma será divulgado em agosto/2009
SÃO PAULO - Programa de Estágio 2010:Cronograma será divulgado em agosto/2009

RIO DE JANEIRO

PROGRAMA DE ESTÁGIO 2010 - INÍCIO DO PROCESSO DE SELEÇÃO AGOSTO/2009

Formandos em Dezembro/2010, Julho/2011 ou Dezembro/2011
Cursos: Administração, Análise de Sistemas, Arquitetura, Arquivologia, Biblioteconomia, Ciência da Computação, Ciências Contábeis, Cinema, Comunicação Social (Publicidade e Propaganda, Radialismo, Relações Públicas), Comunicação Visual, Desenho Industrial, Design Gráfico, Direção Teatral, Economia, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia da Computação, Engenharia Eletrônica, Engenharia Eletrotécnica, Engenaria Elétrica, Engenharia de Telecomunicação, Engenharia de Produção, Engenharia de Sistemas, Engenharia Mecânica, Estatística, Geografia, Informática, Marketing, Matemática, Programação Visual, Psicologia, Relações Internacionais, Serviço Social e Sistemas da Informação.

Formandos em Dezembro/2010 ou Julho/2011
Curso: Comunicação Social (Jornalismo)

Formandos em Dezembro/2011
Curso: Direito

SÃO PAULO

PROGRAMA DE ESTÁGIO 2010 - INÍCIO DO PROCESSO DE SELEÇÃO AGOSTO/2009

Formandos de Dezembro/2010 ou Julho/2011
Cursos: Administração, Análise de Sistemas, Arquitetura, Artes Plásticas, Ciência da Computação, Ciências Contábeis, Ciências Sociais, Comunicação Social (Radialismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas), Comunicação Visual, Desenho Industrial, Design Gráfico, Economia, Engenharia da Computação, Engenharia Civil, Engenharia Eletrônica, Engenharia Eletrotécnica, Engenharia Elétrica, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, História, Informática, Letras, Marketing, Mídias Digitais, Propaganda e Marketing, Relações Internacionais e Sistemas da Informação.

Formandos em Dezembro/2010
Curso: Comunicação Social (Jornalismo)

Formandos em Dezembro/2010 ou Dezembro/2011
Curso: Direito

Observação 1: Cabe esclarecer que, em caso de não teremos vagas para alguns dos cursos acima especificados, o cadastro do candidato ficará no banco de dados para futuras oportunidades.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Uma revista acadêmica para a graduação


Revista Anagrama – Revista Interdisciplinar da Graduação
Ano 2 - Edição 2– Dezembro de 2008/Fevereiro de 2009
Avenida Professor Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo, CEP: 05508-900
anagrama@usp.br

http://www.usp.br/anagrama/index.htm

Editorial

Tal como Muniz Sodré coloca, a midiatização é uma nova forma de bios –
relacionada com a classificação aristotélica das formas da vida –, uma nova tecnologia de
sociabilidade. Assim, há um avanço, para o pesquisador, das Ciências da Comunicação
como uma forma de problematização das “mutações culturais da sociedade
contemporânea” e das tensões entre o comunitário e o societário.
Assim, o “pensar a mídia” se torna cada vez mais independente de um pensamento
social generalista que acredita que a Comunicação Social é um mero instrumento, um
objeto de pesquisa entre outros. Portanto, além de buscarmos epistemologias, precisamos
incentivar os graduandos a terem o interesse pela investigação acadêmica. Dessa forma, a
revista Anagrama acredita estar fazendo a sua parte ao publicar 16 interessantes textos em
7 campos da Comunicação Social, produzidos por graduandos de diversas instituições
brasileiras.

No campo das interfaces políticas da Comunicação Social, publicamos quatro
artigos de grande interesse. Em A Interpretação do Gigante: jornalismo e política em
“Veja”, as autoras – Aline Vogt, Camilla Milder, Franciele Fonseca e Caroline Casali –
discutem a relação entre a política e o jornalismo da revista Veja através do discurso dessa
mídia impressa sobre o caso Renan Calheiros. A análise demonstra, em geral, que a revista,
ao tratar de política, apresenta um discurso marcado pela subjetividade, evocada pelo uso
de adjetivações e autoreferências.

Já em Primavera dos Jornais: imprensa e revoluções de 1848, Rafael Duarte
Oliveira Venancio nos apresenta um breve resumo histórico das Revoluções de 1848,
dando destaque à participação da imprensa na luta revolucionária, abordando os
movimentos revoltosos ocorridos na França, Estados Alemães, Sicília & Estados Italianos,
Áustria, Hungria e Brasil.

Cassandra Reis, Maiqui Freistrecker, Juliana Campos Chaves e Vanessa Reis, no
artigo Blogs de Política do “O Globo Online”: o desenvolvimento da pauta jornalística,
discutem como os blogs de política do jornal O Globo Online são pautados e como eles
pautam o portal. Os principais fatores observados foram: independência editorial dos
assuntos publicados, linguagem, periodicidade e qualidade das informações.
Para encerrar, na resenha de nossa edição, Eliza Bachega Casadei versa sobre o
livro Pages From the Past, de Carolyn Kitch, no texto intitulado O Passado nas Páginas
das Revistas Norte-americanas: a invenção das identidades a partir da evocação dos laços
comunais. Para a autora do livro em questão, as revistas publicadas nos Estados Unidos
fornecem uma visão unificada e patriótica do passado nacional, contribuindo, com isso,
para a criação e afirmação da identidade estadunidense.

No campo dos Estudos de Teatro, apresentamos também quatro artigos. Guilherme
Dearo, em O Teatro Político de Gianfrancesco Guarnieri sob a Censura, mostra as
particularidades das interdições perante um discurso teatral crítico e politizado, tal aquele
praticado pelo dramaturgo em questão.

Já Carolina Oms, com Nelson Rodrigues e a Censura Teatral, mostra a questão da
censura moral no âmbito das peças de Teatro. A autora lembra que Nelson Rodrigues foi
sistematicamente censurado, seja nos jornais, nas peças, nos livros ou nas novelas.
Em A Sexualidade Vigiada, Carolina Rossetti de Toledo procura entender a lógica
da atuação da censura teatral sobre as questões da sexualidade. Para isso, a autora utiliza os
processos de censura, contidos no Arquivo Miroel Silveira, de O Irresistível Roberto e Me
Leva Meu Bem, peças de autoria de Joracy Camargo.

Para finalizar, Marina Fumie Yamaoka, com o artigo Heranças de Alfredo
Mesquita, Bases de Jorge Andrade, busca demonstrar de que forma o trabalho de Alfredo
Mesquita; as fundações da Escola de Artes Dramáticas, do Teatro de Arena e do Teatro
Brasileiro de Comédia; e sua atuação como autor, professor, tradutor e diretor
influenciaram o trabalho como dramaturgo de Jorge Andrade.

No campo das interfaces literárias da Comunicação Social, a Revista Anagrama
publica três artigos. O artigo Entre a Ficção e a História: um passeio pelas cidades com
Ítalo Calvino e Marco Polo – de autoria de Tatiane Aparecida da Silva Severino e Wania
Aparecida Guedes da Silva – verifica como se configura a reapropriação temática e
estrutural de Il milione (1298), de Marco Polo, realizada por Ítalo Calvino em Le cittá
invisibili (1972).

Já Luis Nakajo, em De espelhos e de marcas: a literatura de não-ficção, analisa os
processos epistemológicos que perpassam a narrativa de não-ficção. Colocando a obra de
Tom Wolfe em perspectiva, o autor parte da enganosa metáfora de “espelho da realidade”,
articulando os conceitos de intelecto, conversação e leitura birreferencial.
Por fim, o artigo O Jornalismo Fala a Si Mesmo: padrões discursivos em livros
sobre a prática da notícia e da reportagem, de Flávia Souza de Siqueira, busca apontar
padrões discursivos em três livros de jornalistas sobre a prática da notícia e da reportagem.
Analisando os livros A prática da reportagem, de Ricardo Kotscho, A arte de fazer um
jornal diário, de Ricardo Noblat, e Repórteres, organizado por Audálio Dantas, a autora
identifica amostras de um discurso mais amplo e disciplinador, que busca estabelecer os
critérios de acesso à profissão.

No campo dos Estudos da Televisão, a Anagrama apresenta dois artigos. Luara
Krasnievicz, Pricila Aparecida Aita e Caroline Casali, com o artigo Domingo (nada)
Legal: mapeamento do sensacionalismo em programas de auditório, apresentam um
mapeamento das estratégias discursivas usadas no programa Domingo Legal. A partir da
investigação empreendida, as autoras evidenciam o uso de situações rotineiras e pessoas
comuns para criar verdadeiros espetáculos midiáticos, visando conquistar – e manter – os
telespectadores.

Por sua vez, Vanessa Costa Trindade, em “Eu aumento, mas não invento”:
interesse público x interesse do público no “TV Fama”, discute os limites entre o público e
o privado nos programas televisivos de fofocas sobre celebridades, buscando verificar as
tensões estabelecidas entre interesse público e interesse do público.

No campo dos Estudos do Rádio, a presente edição possui um artigo. Intitulado
Histórias de outros carnavais: a construção da história da música popular brasileira na
narrativa radiofônica de Almirante, o texto de Giuliana Souza de Lima busca um estudo
das séries produzidas por Almirante – Carnaval Antigo (1946) e Histórias do Nosso
Carnaval (1952). Elas sintetizam e fundem muitos dos aspectos que assinalaram o
conjunto da obra do músico, apontando tanto para os programas educativos, que aí
assumem um caráter folclorizante, como para as realizações que indicam a consolidação de
uma indústria cultural.

No campo dos Estudos do Cinema, a Anagrama também publica um artigo. Julio
César Lourenço, em Os conflitos de Carlitos frente às contradições da sociedade moderna,
discute a inadequação do personagem de Charles Chaplin ao ideário de uma sociedade
liberal fragmentada e tecnicista que nos oferece um exercício de estranhamento de nossa
própria cultura.

Para finalizar a presente edição, há um artigo no campo das interfaces lingüísticas
da Comunicação Social. Cibele Terezinha de Paula Sobral, Luciana Duarte Baraldi e
Vanessa dos Santos Marques, em Uma abordagem funcionalista no estudo do item
“ocorre que”, pretendem analisar o item “ocorre que” por meio de uma perspectiva
funcionalista do estudo da linguagem, já que essa corrente preocupa-se em verificar o
modo como a língua é utilizada por seus falantes no ato de comunicação como ferramenta
para alcançar suas intenções no momento da enunciação. Assim, as autoras buscam
identificar os estágios dos processos de gramaticalização pelos quais o presente objeto de
estudo está passando.

Esperamos que a presente edição da revista Anagrama não signifique apenas um
passo na carreira dos autores, mas sim um exercício de divulgação de pesquisas para seus
pares e para a sociedade em geral. Uma boa leitura a todos.

Os Editores


ARTIGOS

A Interpretação do Gigante: jornalismo e política em Veja
Aline Vogt, Camila Milder, Franciele Fonseca, Caroline Casali (CESNORS/UFSM)

Nelson Rodrigues e a Censura Teatral
Carolina Oms (ECA/USP)

A Sexualidade Vigiada
Carolina Rossetti de Toledo (ECA/USP)

Blogs de Política de O Globo Online: o desenvolvimento da pauta jornalística
Cassandra Reis, Maiqui Freilstrecker, Juliana Campos Chaves, Vanessa Reis (Unisinos)

Uma Abordagem Funcionalista no Estudo do Item "ocorre que"
Cibele Terezinha de Paula Sobral, Luciana Duarte Baraldi, Vanessa dos Santos Marques (FFLCH/USP)

O Jornalismo Fala a si Mesmo: padrões discursivos em livros sobre a prática da notícia e da reportagem
Flávia Souza de Siqueira (ECA/USP)

Histórias de Outros Carnavais: a construção da história da música popular brasileira na narrativa radiofônica de Almirante
Giuliana Souza de Lima (FFLCH/USP)

O Teatro Político de Gianfrancesco Guarnieri sob a Censura
Guilherme Dearo Vieira Santos (ECA/USP)

Os Conflitos de Carlitos Frente às Contradições da Sociedade Moderna
Julio César Lourenço (UEM)

Domingo (nada) Legal: mapeamento do sensacionalismo em programas de auditório
Luara Krasnievicz, Pricila Aparecida Aita, Caroline Casali (CESNORS/UFSM)

De Espelhos e de Marcas: a literatura de não-ficção
Luis Nakajo (ECA/USP)

Heranças de Alfredo Mesquita, Bases de Jorge Andrade
Marina Fumie Yamaoka (ECA/USP)

Primavera dos Jornais: imprensa e revoluções de 1848
Rafael Duarte Oliveira Venancio (ECA/USP)

Entre a Ficção e a História: um passeio pelas cidades com Ítalo Calvino e Marco Polo
Tatiane Aparecida da Silva Severino, Wania Aparecida Guedes da Silva (FFLCH/USP)

"Eu Aumento, mas não Invento": interesse público x interesse do público no TV Fama
Vanessa Costa Trindade (UFMG)


RESENHA
O Passado nas Páginas das Revistas Norte-americanas: a invenção das identidades a partir da evocação dos laços comunais
Eliza Bachega Casadei (ECA/USP )

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Salário: R$ 8.389,60


Da Gazeta do Povo

A Agência Nacional de Águas (ANA) acaba de publicar o edital do concurso que oferece 152 vagas, todas de nível superior. São 100 oportunidades para a carreira de Especialista em Recursos Hídricos, 40 para o cargo de Analista Administrativo e outras 12 para a função de Especialista em Geoprocessamento. Nas três atividades, a remuneração oferecida corresponde a R$ 8.389,60.

As inscrições poderão ser feitas a partir das 10h desta quinta-feira, dia 4, até as 18h de 28 de dezembro. Para se candidatar, os interessados devem acessar o site da Escola de Administração Fazendária (www.esaf.fazenda.gov.br) e pagar uma taxa no valor de R$ 100.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Senado abre o Eldorado para a comunicação social


Senado lança cinco editais para 150 vagas com salários de até R$ 13,8 mil

Inscrições vão de 15 de setembro a 10 de outubro

ZERO HORA 12/09/2008 11h10min

O Diário Oficial da União publicou na edição desta sexta-feira cinco editais de concursos públicos para 150 vagas no Senado, sendo 61 de nível médio e 89 de nível superior. Os salários vão de R$ 6.722,68 a R$ 13.879,95. Dos cargos, 5% são destinados a portadores de deficiência.

As provas serão realizadas no dia 9 de novembro em sete capitais: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). As inscrições ocorrerão das 10h do dia 15 de setembro até as 23h59 do dia 10 de outubro, conforme o horário de Brasília.

Editais: http://concurso.fgv.br/senado08/