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segunda-feira, 22 de março de 2010
quinta-feira, 28 de maio de 2009
O livro da Compós 2009

Desafios para a comunicação
LIVRO DA COMPÓS - 2009
Orgs. Sebastião Squirra e Yvana Fechine
No cenário de implantação da televisão digital no Brasil e frente a processos comunicacionais cada vez mais orientados pela multiplicidade tecnológica e pela convergência midiática, uma questão nova surge para professores, estudantes, pesquisadores e profissionais de comunicação: quais são - ou quais podem ser - os conteúdos dessa TV que tem provocado tanta esperança e ceticismo? Foi a partir de questionamentos como esse que surgiu esta coletânea proposta pela Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (COMPÓS). Os 18 artigos aqui reunidos versam sobre as transformações na linguagem e na tecnologia dessa "nova televisão", sobre os cenários político-econômicos e modelos de negócios da TV digital, sobre tendências e experiências internacionais a partir da digitalização do meio nos seus distintos padrões. No conjunto, os textos registram um momento fundamental das discussões em torno da TV digital no Brasil.
A televisão digital traz muitos desafios à Comunicação, e um dos principais é a produção de conteúdos. Assinado pela Associação Nacional de Pesquisadores em Comunicação (COMPÓS), este livro apresenta um panorama inédito sobre o tema, contando com a colaboração de teóricos e produtores de conteúdo do Brasil e de outros países.
Autores: Adriana Omena dos Santos; Ana Silvia Lopes Davi Médola; André Barbosa Filho; Arlindo Machado; Carlos Ferraz; Carlos Scolari; César Bolaño; Cosette Castro; Ed Pôrto; François Jost; Karla Patriota; Lívia Cirne; Lorenzo Vilches; Marcelo Fernandes; Marcelo Zuffo; Marcos Dantas; Miriam Wimmer; Octavio Pieranti; Regina Mota; Renata Shimabukuro; Valdecir Becker; Valério Brittos; Vicente Gosciola; Walter Teixeira Lima Júnior
Capa: Letícia Lampert
Nº de páginas: 390
ISBN: 978-85-205-0527-4
Preço de Capa: R$ 45,00
Departamento editorial e divulgação: (51) 3019. 2102
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segunda-feira, 30 de março de 2009
Programai

4 a 8 de maio de 2009
das 10h às 17h
Local: TUCA
(Teatro da Universidade Católica/PUC - SP)
São Paulo - SP
Dia 4
11h00 - O que é cultura e como ela pode nos salvar da barbárie
Com:
Marilena Chaui - professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. (a confirmar)
Franklin Leopoldo e Silva - professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP
13h00 às 14h00 - Almoço
14h00 - A cultura e as políticas públicas
Com:
Alfredo Manevy - Ministro interino da Cultura
15h00 - O que muda na lei Rouanet
Com:
Roberto Nascimento - Secretário de Incentivo e Fomento à Cultura do Ministério da Cultura
16h00 - O jornalismo cultural na Europa
Com:
Juan Cruz - diretor-adjunto de redação do jornal espanhol El País
17h30 - A pauta das ciências humanas na universidade e na mídia
A distância que existe entre as questões que a universidade entende como importantes - autores, debates e produção - e as questões que a mídia considera importantes. A falta de diálogo entre a academia e a imprensa tem consequências nocivas à sociedade. A universidade está disposta a participar do espaço público de discussão?
O jornalista está preparado para esse diálogo?
Com:
Olgária Matos - professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP
Carlos Graieb - editor executivo da revista Veja
Marcos Flaminio - editor do caderno Mais! do jornal Folha de S. Paulo
Vladimir Safatle - professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP
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Dia 5
10h - A cultura é fundamental na formação do homem. Quais são os meios de acesso? Qual é a importância do jornalismo na difusão da cultura?
Com:
Marcia Tiburi - filósofa, escritora, professora da Universidade Mackenzie e colunista da revista CULT
Danilo Miranda - filósofo e diretor regional do SESC
Hubert Alquéres - presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
Francisco Bosco - escritor, jornalista e colunista da revista CULT.
12h - 13h30 - Almoço
13h30 - Cultura, imperialismo e globalização: Os mecanismos de dominação tecnológica.
Com:
Clóvis de Barros Filho - professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e da ESPM
José Arbex Junior - professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e editor especial da revista Caros Amigos
Marco Aurélio Weissheimer - editor da Agência Carta Maior - Porto Alegre
Ruy Braga - professor do departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo e diretor do Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania da USP (CENEDIC)
16h00 - TELEVISÃO
Os códigos unificadores da televisão contaminam o modo de ver dos cidadãos?
A televisão é apenas um aglomerado de produtos descartáveis destinados ao entretenimento de massa?
Qual a real importância da televisão para a crítica da cultura no Brasil?
Com:
Gioconda Bordon - coordenadora do Núcleo de Rádio da Fundação Padre Anchieta
Eugênio Bucci - professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, colunista do jornal O Estado de S. Paulo
Gabriel Priolli - coordenador de Conteúdo e Qualidade da TV Cultura.
Marcelo Marthe - crítico de televisão da Revista Veja
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Dia 6
10h00 - LITERATURA
A crítica literária
Os veículos renunciaram a tarefa de avalistas da produção literária?
Qual é, na atualidade, o papel do crítico
Com:
Adriano Schwartz - escritor e professor da Universidade de São Paulo
Cristóvão Tezza - escritor, autor de O filho eterno, entre outros
Jerônimo Teixeira - crítico de literatura da revista Veja
Manuel da Costa Pinto - editor e apresentador da TV Cultura e colunista do jornal Folha de S. Paulo
12h às 13h30 - Almoço
13h30 - TEATRO
O espaço dedicado ao teatro nos jornais
A produção contemporânea e a crítica
Com:
Beth Néspoli - crítica de teatro do jornal O Estado de S. Paulo
Cibele Forjaz - professora da USP e diretora de teatro; dirigiu, entre outros, Rainha[(s)] - Duas Atrizes em Busca de um Coração, e Vemvai - O Caminho dos Mortos.
Welington Andrade - professor e vice-diretor da Faculdade Cásper Líbero
16h00 - MÚSICA
A crítica musical - os critérios e a linguagem - a indústria e os artistas realizadores de uma obra
Com:
Arthur Dapieve - escritor, colunista do Jornal O Globo e professor da PUC/RJ; autor, entre outros, do livro De cada amor tu herdarás só o cinismo e Guia de rock em CD
Lobão - músico e compositor
Pedro Alexandre Sanches - escritor e subeditor de cultura da revista Carta Capital
Sérgio Martins - crítico de música da revista Veja
18h30 - Aula-show com Arthur Nestrovski e José Miguel Wisnik
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Dia 07
10h - CINEMA
A criação e a crítica
Fazer cinema e escrever sobre cinema
Com:
Isabela Boscov - crítica de cinema da revista Veja
Bráulio Mantovani - roteirista de cinema, autor, entre outros, do roteiro de Cidade de Deus
Luiz Zanin - crítico de cinema e editor de cultura do jornal O Estado de S. Paulo
Sergio Rizzo - professor da Fundação Armando Álvares Penteado, da Universidade Mackenzie e crítico de cinema do jornal Folha de S. Paulo
12h às 13h30 - Almoço
13h30 - ARTES PLÁSTICAS
A arte e a crítica
Com:
Ana Maria da Silva Araújo Tavares - artista plástica e professora da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo
Fábio Cypriano - crítico de artes plásticas do jornal Folha de S. Paulo e professor da Universidade Católica de São Paulo
Paulo Pasta - artista plástico e professor da Fundação Armando Álvares Penteado
16h00 - Reportagem e edição
A cobertura cultural nos veículos de circulação nacional. Qual é o objetivo da pauta? Como os jornalistas enfrentam a diversidade cultural? Qual é o papel do editor?
Com:
Claudia Laitano - editora executiva de cultura do jornal Zero Hora
Artur Xexéo - editor do Segundo Caderno do jornal O Globo
Marcos Augusto Gonçalves - editor do caderno Ilustrada do jornal Folha de S. Paulo
Robinson Borges - editor de cultura do jornal Valor Econômico
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Dia 8 - Fórum
10h às 12h30
- O que é a formação acadêmica em jornalismo
- Como preparar para o mercado sem esquecer de estimular a crítica e a reflexão
- Como não reproduzir os mecanismos viciados da grande imprensa
- Formação universitária para quê?
Discussão com a participação de alguns dos responsáveis pelas principais faculdades de jornalismo do país
Professores:
Angela Schaun - Coordenadora de Pesquisa do Centro de Comunicação e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie
Cida Golin - professora no Departamento de Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FABICO-UFRGS). Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo Cultural. Atua principalmente nos seguintes temas: mídia e sistema artístico-cultural, jornalismo cultural, editoração, linguagem radiofônica, rádio e espaço urbano, história cultural da literatura, história cultural.
Carlos Costa - professor de História da Comunicação e Jornalismo em Revistas na Cásper Libero, onde também exerce a função de coordenador do curso de Jornalismo. É editor das revistas Diálogos&Debates, da Escola Paulista da Magistratura, e de Getulio, do FGVlaw.
Hamilton Octavio de Souza - professor e chefe do departamento de jornalismo da PUC-SP.
Luiz Augusto Teixeira Ribeiro - diretor de base do interior do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo e professor titular da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp – Bauru).
José Luiz Proença - professor da Universidade de São Paulo e Sócio da Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo e Editoração. Atuando principalmente nos seguintes temas: Imprensa, jornal diário, Sensacionalismo.
Nivaldo Ferraz - coordenador do curso de Jornalismo da Universidade Anhembi Morumbi e jornalista da Fundação Padre Anchieta.
Rodolfo Carlos Martino - professor da Universidade Metodista, onde responde pela coordenação do curso de jornalismo.
Vitor Necchi - Professor da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) e assessor da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da PUCRS
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terça-feira, 20 de janeiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Oportunidade para fazer minisséries

Edital de Seleção de Projetos de Desenvolvimento e
Produção de Teledramaturgia Seriada para TVs Públicas.
O Ministério da Cultura (MinC), a Sociedade Amigos da Cinemateca (SAC) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) lançam hoje edital de Seleção de Projetos de Desenvolvimento e Produção de Teledramaturgia Seriada para TVs
Públicas - FICTV, como parte do Programa Mais Cultura. O edital é voltado para projetos de produção de minisséries, com 13 episódios de 26 minutos de duração cada, que proponham uma visão original sobre a juventude brasileira das classes C, D e E. As minisséries serão exibidas nas emissoras da Rede Pública de Televisão.
Os projetos serão selecionados por Comissão de Avaliação formada por especialistas em teledramaturgia e produção audiovisual indicados pelo Ministério da Cultura. O processo de seleção será realizado em duas etapas.
Na primeira, de Desenvolvimento de Projeto Técnico de Realização de Minissérie, serão selecionados até oito projetos, que receberão R$ 250 mil, cada um, para executar o plano de desenvolvimento do projeto da minissérie, que inclui a produção do episódio piloto. Os pilotos serão exibidos nas emissoras públicas de televisão, e serão submetidos a uma análise de
performance.
Na segunda etapa, de Produção de Minissérie, serão selecionados até três projetos técnicos, dentre os oito pré-selecionados na primeira fase, considerando-se o relatório de performance dos pilotos exibidos e o respectivo projeto de produção da minissérie. Cada projeto premiado receberá aporte total de recursos financeiros no valor de R$ 2,6 milhões para produzir a minissérie com 13 episódios.
As inscrições deverão ser realizadas no período de 10 de dezembro de 2008 a 15 de março de 2009. Todas as informações sobre o edital, pesquisas de apoio, regulamento e a ficha de inscrição estarão disponíveis na página eletrônica fictv.cultura.gov.br.
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segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Uat iz dis?

Maior vilão da TV Digital é a falta de conhecimento sobre seus benefícios
Redação - InfoMoney
SÃO PAULO - "Se você, que é jornalista, está me fazendo todas essas perguntas, imagine o resto dos brasileiros". A colocação do vice-presidente do Fórum SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre), Móris Arditi, explica o maior desafio enfrentado pela TV Digital, hoje, no Brasil: falta de conhecimento.
Segundo Arditi, ainda existem muitas dúvidas e as pessoas não entendem as vantagens da TV Digital. Até por isso, um dos desafios para atrair mais usuários é a divulgação dos seus benefícios através da mídia.
Treinamento
Mas não basta que o usuário esclareça suas questões. Outros desafios citados pelo vice-presidente é o treinamento de lojistas, instaladores e também de antenistas.
Afinal, mais informados, os lojistas vão conhecer a tecnologia e estarão amparados para esclarecer as dúvidas dos consumidores.
Já os instaladores e antenistas precisam conhecer a TV Digital, para instalar corretamente o produto e, assim, proporcionar uma boa recepção.
Arditi ainda explica que a antena necessária para recepção do sinal, já que os canais digitais são UHF, não requer sofisticação, e sim equipamento correto, por isso a necessidade de conhecer a tecnologia.
Expansão de cobertura
Além de espalhar informações e treinar adequadamente o pessoal do ramo, ainda existem outros desafios que a TV Digital deve enfrentar para conquistar mais usuários.
Para alcançar mais pessoas e mais cidades, é preciso que se expanda a cobertura nacional. Segundo o executivo, até o fim de 2008 serão 20 milhões de pessoas com potencial para ter a TV digital, um montante que representa o dobro da população do Chile e só 10% da do Brasil.
Arditi explica que, embora as adoções digitais estejam adiantadas em relação ao calendário, esse é um fenômeno gradativo, pois as emissoras precisam de dinheiro para realizar a troca de sistema e ainda faltam incentivos, principalmente para as pequenas empresas.
Interatividade
Outro atrativo para os consumidores aderirem à TV Digital é a prometida interatividade, que ainda não foi implantada no País. De acordo com o Arditi, a expectativa é que a comercialização inicie em meados de 2009.
Ele explica que a Ginga - tecnologia da interatividade - já está toda especificada (salvo pequenas discussões, como se terá parte Java desde o início ou não, mas que não atrasam a implementação) e, agora, passa por fase de implantação e testes.
Assim, com o início da interatividade, já existirá a possibilidade de realizar transações financeiras, como consulta ao saldo e doc, só dependendo de as instituições financeiras (bancos e operadoras de cartão) proporcionarem o serviço aos clientes, bem como que o usuário adquira aplicativo específico.
Expansão internacional
Arditi ainda destaca que a divulgação do sistema de TV Digital deve ser feito para países vizinhos, a fim de que eles adotem a tecnologia usada no Brasil.
Primeiro, porque essa adoção levaria a indústria brasileira a exportar os equipamentos necessários para recepção e distribuição do sinal. Segundo, que, quanto maior o campo de cobertura, melhor, já que os moradores das fronteiras seriam beneficiados.
Televisores digitais
Assim, entre informação, treino de vendedores e instaladores, expansão nacional e internacional e a interatividade, a TV Digital ainda tem alguns bons desafios a enfrentar e alcançar todo o Brasil.
Entretanto, Arditi destaca que esta é uma tecnologia nova, ainda cara, penosa e lenta, mas que, com o tempo, isso vai mudar. Assim como o celular e o aparelho DVD tiveram dificuldades e preços altos no princípio, futuramente a TV Digital será acessível tanto financeiramente quanto localmente.
A tendência é que os televisores venham com set-top box embutido. "No futuro, os televisores serão digitais, como todos hoje são coloridos e não se encontra mais o preto e branco", avalia o vice-presidente.
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