terça-feira, 15 de setembro de 2009
Sobrou o tridente
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
e o informal
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Xiiii
sexta-feira, 17 de julho de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
A pá de cal
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
A patética carta da destrambelhada

A solidão do poder
Recebi uma carta-desabafo da governadora Yeda Crusius e vou, confiando na tolerância da remetente, cometer a inconfidência de publicá-la: não achei justo que os leitores fossem privados dessas reflexões da nossa governante:
“Querido Paulo Sant’Ana. Bom dia!
E que lindo dia, o primeiro sem horário de verão deste ano.
Amo o horário de verão, o dia mais longo, a noite mais curta, o calor.
Amo tanta coisa...
Acordei com a garganta meio ‘pegada’, o corpo me indicando que ainda não consegui ‘pegar leve’.
Esta será uma mensagem para eu não adiar mais o que queria: te contar coisas escrevendo à mão, como é do meu tempo, o tempo do respeito, do selo na carta, do envelope chegando pelas mãos do carteiro, tão aguardado envelope, tão especial mensagem, tão pessoal ‘tua letra’, às vezes com um pingo de perfume lá em cima, na data, ou mesmo uma folha de alguma árvore ou flor da estação... Pessoal, como é esta mensagem, entenda.
Não tenho conseguido esse tempo. Então não vou mais adiar.
Como você tem acompanhado, não me permitem esse tempo.
Quando me perguntam ‘como você aguenta’ respondo de dentro do coração. Pois quando tomei em 2005 a decisão de buscar governar o Rio Grande foi porque havia:
uma ideia
um projeto
um grupo de pessoas afinadas
um Estado
um povo
uma política
uma boa política no tempo das tão más políticas.
A ideia continua viva, muito viva. O grupo de pessoas desafinou, desmanchou, quem sabe pelo tamanho do empreendimento e a dedicação absolutamente total e integral que exigia o projeto. Como você tanto acompanha, o projeto tem cara sim, é bonito, coletivo, construtivo, respeitoso, doador. O Estado é o nosso, esse Rio Grande que não se definiu logo ao nascer, se platino, se brasileiro, diferente. O povo é esse povo que amo, meio caudilha que sou, e a quem pude somar filhos e netos, infelizmente esses que terão que ver os cartazes dantescos de sua vó pregados em cada tapume onde fiquem pessoas paradas esperando ônibus. Como tiveram que ver meus filhos nos tempos da faculdade porque a mãe decidiu ir para a tribuna fazer política como ‘uma ingênua tucana’ que queria fazer a política da igualdade (a da bandeira, a do gênero) em Porto Alegre. Nos cartazes pregados nas paredes internas da UFRGS estava a foto e ‘traidora do povo’. Eles, meus filhos, se foram em agosto de 1996, viver em outras terras sem essa cultura que crescia por aqui, e que tanto prejudicou o Rio Grande.
Eu fiquei. Por uma ideia. Por uma intensa necessidade de comunicação, pela vida como ela é para cada um, por fazer política, que é bom fazer quando se tem ética, responsabilidade, sem medo da mudança, de estar à frente do batalhão, porque confio em cada dia, e vivo sem ficar na janela vendo a banda passar esperando a sorte, esperando a morte... como diz a música.
No giro pelo Brasil duas coisas me deixaram feliz: primeiro com o orgulho dos outros brasileiros porque o Rio Grande saiu das manchetes nacionais negativas, e a governadora, que eles conhecem antes de ser governadora, estar sorrindo, mostrando que o Estado já paga suas contas em dia, que deu a virada na situação que contradizia com o Rio Grande histórico e presente que eles conhecem. Segundo, porque a honestidade da Yeda que eles conhecem foi provada, olhado documento por documento, rastreado cheque por cheque, a casa é limpa!
Depois, uma dificuldade que se repete pois todos me perguntaram: por que tudo isso? Por que te batem tanto, ao ponto do massacre? Dificuldade para eu responder porque não é de meu feitio falar dos outros, mesmo que mereçam. Humanidade (a da bandeira) é coletiva mas também individual. Lembro-me da tua pergunta naquele Jornal do Almoço que, com tua sensibilidade, perguntavas o que era central: por que a senhora não fala deste ou daquele secretário? E eu te respondi: “São pessoas caídas, Paulo, pessoas caídas”. E quanta coisa já se fez, quanta vida já se viveu!
Só que até este momento, mesmo com o alucinante caráter deste nosso governo, vivi o que dois filmes retratam. A arte consegue dizer em duas horas o que uma vida inteira custou para criar. Sei que não temos tempo de ver filmes, tudo hoje na vida é VT, não filme, rápido, desmanchando no ar. Então te falo deles na esperança de que você os tenha visto quando passaram nos cinemas.
O primeiro é A Letra Escarlate. A mulher de que trata o filme teve que desfilar com a marca ‘A’ de adúltera pela aldeia onde vivia, porque se casou de novo, pois havia ficado ‘viúva’ até o marido aparecer de novo da floresta, depois de praticar maldades inomináveis. Ela desfilou, chorou, perdeu, com a infinita paciência que tem a mulher para entender como o ‘homem’ da nossa civilização age quando se trata de posse, poder e sexo. Ao final, tudo se esclareceu. E ela não estava amarga, não havia feito nada que considerasse errado durante todo aquele período de provação, e viveram na mesma aldeia depois do pedido de desculpas público, da restauração, do líder da mesma.
Considero a coletiva do Dr. Mauro Renner quando provou a idoneidade da casa como o ‘The End’ do meu filme. Pude tirar o colar da Letra Escarlate. E continuar governando o Rio Grande, eleita que fui para honrar compromissos e fazer a roda virar para a frente. O povo sentiu-se aliviado, a sombra carregada da dúvida, para os que seguem a política, foi afastada. Brilhou o sol de novo, a alegria podia ser mostrada à luz do dia. Este o 2008, o ano que terminou com Déficit Zero e a honestidade provada da governadora.
O segundo filme é mais recente O Escafandro e a Borboleta. Raras vezes me permito chorar no cinema. Mas nesse filme o fiz por muitas vezes. Pois é ele que me referencia durante esse período de governo, desde a famigerada Operação Rodin aos 10 meses de governo e uma derrota inacreditável na Assembleia do projeto de restauração do Estado, por todas as razões que não interessa aqui descrever mas que tem a ver com a tua pergunta naquele Jornal do Almoço. Eu fiquei no escafandro. De certa forma, estarei nele até que possa ter o produto final por aquela terapeuta e seu método de escrever o livro ditado pelo único pedaço do homem no escafandro que se movia: o olho.
E quando estiver escrito, poderei voar como a borboleta.
Arrisco que muito não seja percebido desta longa mensagem, Paulo. Se os filmes foram vistos então sim, muito será entendido. Mas não desisto, não vou entregar prus ôme de jeito nenhum, amigo e cumpanhêro.
E para te dizer da minha admiração, da minha companhia através das tuas colunas (TV não vejo mais e rádio também não ouço, foi demais nesse período, um pouco de proteção criei), sempre, do meu amor pela vida que te inclui de modo afirmativo e de tanto tempo. Nunca dou de ombros. Só entenda o escafandro. Não me deram nenhuma folga até hoje. Esta é da decisão de escrever, é num lindo domingo, uma mensagem pessoal – entenda, não deve ser pública.
E para te presentear com o que não aconteceu, vou te remeter o Manifesto da Marca do Governo Yeda. Não é nem será público. Por isso, vai com selo. Creio que o Luciano do GAD é um dos que, como a fisioterapeuta do livro, entendeu. Mas por enquanto não há condições de mérito para eu dar esse upgrade nem ao meu governo nem ao Rio Grande que não quer ser sacudido a cada dia com uma ‘crise de governo’.
Algum dia mais adiante sim.
Um braço muito afetuoso
(ass.) Yeda Crusius, governadora do Estado”.
e a inevitável resposta
A SOLIDÃO DA SALA DE AULA
Juremir Machado da Silva - Correio do Povo
Prezado jornalista: meu nome é Claudete. Sou professora. Tomei conhecimento, graças a uma amiga, da carta da governadora publicada na imprensa. Confesso que chorei muito. Como é triste a solidão do poder! Eu até me lembrei de uma situação que vivi lá por outubro. Eu entrei no banheiro da escola e encontrei uma faxineira aos prantos. Tentei consolar a pobre. Ela me mostrou o contracheque dela. Comecei a chorar também. Mostrei o meu. Caímos abraçadas sobre um vaso e choramos como duas terneiras desmamadas (sou da Região da Campanha). Ficamos ali, na solidão do banheiro, sentindo cheiro de xixi e de água sanitária. Eu me sentia meio heroína de novela das 8h ou de romance do Paulo Coelho: na tampa da privada, solitárias, nós nos sentamos e choramos. Que tristeza!
Fiquei com pena da governadora. Deve ser terrível a solidão num palácio. Na sala de aula, eu também me sentia muito solitária, embora, depois da 'enturmação', tivesse mais aluno que passageiro no Surb no final da tarde. Comecei a pensar num livro maravilhoso da Clarice Lispector, 'A Hora da Estrela', e, sem refletir, fui até a biblioteca da escola pegar um exemplar. Que cabeça a minha! A escola não tem biblioteca. Saí aturdida e tropecei num gari ainda mais solitário do que eu. Era um gari especial, muito culto, que me contou, sem mais nem menos, as suas leituras. Andava lendo os 'Doze Trabalhos de Hércules'. Era fanático por um desses trabalhos, quando Hércules limpou sozinho, num dia, os currais de Áugias, que não eram limpos havia 30 anos e, com seus 3 mil bois, fediam como Copacabana depois do show dos Rolling Stones (fui de ônibus para o Rio de Janeiro). O gari se via no lugar de Hércules e tinha a sua filosofia na ponta da língua: a população se comporta como os bois de Áugias. O pobre sentia-se tão solitário na sua labuta.
Nada, bem entendido, que possa ser comparado à solidão de uma governadora no exercício do poder. A carta da governadora abriu um clarão na minha mente. Percebi o quanto tenho sido mesquinha e pessimista. Decidi mudar o curso da minha existência. Não vou ler mais autores cínicos como Michel Houellebecq. Nem a sua coluna, senhor jornalista. De agora em diante, serei construtiva e positiva. A minha solidão pode ser enorme, mas os meus ombros não precisam suportar a terrível carga da responsabilidade de um governante. Já imaginaram ter de conviver com tantos políticos hipócritas e, se o senador Jarbas Vasconcelos não estiver mentindo, com tantos peemedebistas em busca de cargos e com tantos petistas oportunistas!? Ainda bem que no Rio Grande do Sul tudo é diferente e até nossa corrupção é acidente de percurso.
Enfim, como mulher, fiquei emocionada, tocada mesmo, sensibilizada, né?, com a autenticidade da governadora. Quanto sofrimento! Quanta melancolia! Que solidão! Até parecia García Márquez, não com cem, mas dois anos de solidão que valem quase o mesmo, faltando ainda quase dois de governo, sem contar mais quatro anos de solidão se a reeleição vier. A solidão do poder é tamanha que gera dependência, e os governantes aceitam sacrificar-se por um segundo mandato, sonhando com um terceiro. Depois da carta da governadora, juro, só vou ler 'O Pequeno Príncipe' e 'Fernão Capelo Gaivota'. Afinal, 'longe é um lugar que não existe'. Só existe a solidão do poder.
juremir@correiodopovo.com.br
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Entrevista exclusiva da Yeda Crusius no Boletim do Divino
A governadora do Rio Grande do Sul esclarece por que quer tanto comprar um avião e fala sobre outros assuntos pertinentes à administração do estado gaúcho
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Previsão respaldada pelas consultas da Mariza Mim e da Maga Cruzes a fontes científicas cientificadas como:

Cafeomancia
Tarot OnLine
Búzios
Tarô dos Anjos
Biscoito da Sorte
Espelho Mágico
I-Ching
Koan
Mico da Sorte
Oráculo Celta das Árvores
Runas
Tarô das Crianças
Palito da Sorte
Horóscopo Sexual
Piromancia
e, principalmente, o Kama Sutra
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
A EMATETA da Yeda Cruzes no Rio Grande do Sul
Quem tem boca vai a Roma: a incrível "viagem de trabalho" dos funcionários da Emater
Do RS Urgente
No momento em que os deputados da base do governo Yeda Crusius (PSDB) comemoravam na Assembléia a aprovação do projeto criando a Secretaria da Transparência, uma nova denúncia de irregularidades envolvendo integrantes do Executivo era veiculada em uma matéria do jornalista Giovani Grizotti, na RBS TV (vídeo abaixo).
O chefe de gabinete da presidência da Emater, Luiz Antonio Machado Vial, passou quase um mês em Roma e adjacências, de 25 de outubro a 22 de novembro, com despesas pagas pelo Estado, em uma viagem que tinha como objetivo "conseguir convênios, divulgar e buscar patrocínio" para dois eventos da Emater: o Congresso Internacional de Pecuária de Corte e o Fórum O Campo Abre Caminhos. Primeiro detalhe: o congresso foi realizado dia 21 de novembro, antes mesmo da viagem terminar. “Para esses dois eventos eu não trouxe patrocínio. Isso é verdade”, admitiu Vial ao jornalista.
Sem saber que estava sendo gravado, Vial confirmou que sua esposa, Sandra Martini Vial, também esteve na Europa a serviço do governo. Sandra Martini é diretora da Escola de Saúde e irmã do ex-secretário-geral do governo Yeda, Delson Martini. Num primeiro momento, ele negou que tivessem se encontrado na Itália. Depois, admitiu que passaram um final de semana juntos.
Vial comeu muito bem em Roma. Dinheiro não faltou. A "contabilidade criativa" do governo Yeda trata bem, ao menos, alguns funcionários. Só em diárias para alimentação, o chefe de gabinete recebeu US$ 6.700,00 dólares (cerca de R$ 16 mil). Foram 578 reais por dia para saborear a cozinha romana. Também teve a hospedagem paga pelo Estado e recebeu outros US$ 1.577,00 para gastos com aluguel de carros e combustíveis. O diretor administrativo da Emater, Cilon Fialho da Silva, também viajou a Roma, mas ficou lá oito dias. As explicações dos envolvidos e do presidente da Emater, Mário Ribas Nascimento, são bastante esburacadas e envergonhadas. Ao todo, a expedição a Roma custou mais de R$ 40 mil aos cofres públicos.
A Emater, cabe lembrar, foi uma das primeiras vítimas da política de déficit zero do governo Yeda. Quatrocentos funcionários foram demitidos sob a alegação de falta de recursos. Nada como um governo transparente e com coragem para cuidar das finanças públicas.
domingo, 30 de novembro de 2008
A noticiabilidade conforme a influência da otoridade - Terra, G1 e Lancepress: Filho de secretário é preso no RS
domingo, 9 de novembro de 2008
Enxotem esta coisa daí

Decência inconstitucional
Cristovam Buarque
No ano em que a Constituição Brasileira completa 20 anos, a governadora Yeda Crusius, do Rio Grande do Sul, com apoio de outros quatro governadores, solicitou ao Supremo Tribunal Federal declarar a inconstitucional da Lei 11.738/2008. A Lei define o Piso Nacional para os salários dos professores e determina que o professor reserve um terço de sua carga de trabalho para atividades de preparação de aulas, estudos, acompanhamento de alunos.
A reação dos governadores é como se o Presidente de uma Província (como era chamado o governador da época) solicitasse, em 1888, a inconstitucionalidade da Lei Áurea, em nome da autonomia dos Estados. Com uma diferença: naquela época, o “governador” teria razão de se preocupar com a desarticulação da economia e das finanças de sua província, em função da libertação dos escravos de um dia para o outro. A economia ficaria sem mão-de-obra; seria preciso contratar novos trabalhadores. A Lei Áurea foi uma decisão ética com um custo econômico, no primeiro momento. A Lei do Piso é uma decisão ética, mas sobretudo fundamental ao desenvolvimento social e econômico do Brasil.
Os governadores reclamam porque precisam aumentar o piso para apenas R$ 950 e limitar o número de horas de aula a não mais de seis por dia. Salário ainda pequeno e carga horária ainda elevada.
Diferentemente de 1888, o custo da aplicação da Lei do Piso será escalonado, até 2010, e tanto menor quanto mais altos forem os salários atuais e quanto menor for a carga de aula do professor. Se, no Rio Grande do Sul, a implantação da lei do Piso exigir gastos educacionais elevados, a governadora Yeda Crusius deveria buscar a reorganização do seu orçamento para atender ao piso de R$ 950 e à carga de seis horas diárias. Se não fosse possível, seu dever seria liderar o povo gaúcho, especialmente os professores e os pais de alunos, para exigirem do Governo Federal, como está previsto na própria Lei 11.738, os recursos adicionais necessários. E se não recebesse resposta satisfatória, deveria entregar as escolas do Rio Grande do Sul à administração da União, federalizando-as, como se faz com universidades e escolas técnicas.
Isto está acontecendo com os bancos: para salvá-los, os governos centrais estão estatizando-os, diretamente ou de forma disfarçada. Mas para salvar as escolas, pede-se a inconstitucionalidade da lei. As crianças do Rio Grande do Sul merecem, no mínimo, o mesmo tratamento que os bancos.
Se o estado não tivesse recursos, a solução não estaria em considerar inconstitucional uma determinação que já deveria estar em vigor há décadas. A inconstitucionalidade é um recurso inadmissível: todos os estados e municípios aceitam o salário mínimo decidido pelo governo federal, aceitam pisos para diversas categorias, pagam aos seus deputados e juízes salários definidos por leis federais. Mas quando se trata do professor, recorre-se à autonomia de cada unidade da federação, como forma de não cumprir a lei.
No 20º aniversário da Constituição, os governadores desmoralizam a Carta Magna usando-a como barreira para não atender às necessidades da educação de seus estados. Em nome da autonomia estadual, tenta-se tirar a obrigação do Brasil de cuidar de suas crianças.
É triste ver que o século XXI não chegou para muitos dos líderes nacionais, que não entendem o papel da educação no mundo atual, no qual o principal capital é o conhecimento. Isso se explica pelo fato de nós – parlamentares, governadores e prefeitos – termos escolas privadas para nossos filhos. Por isso, seria tão importante aprovar o Projeto de Lei que está em tramitação no Senado e obriga todo eleito a colocar seus filhos na escola dos eleitores: a escola pública. Mas esse projeto certamente será considerado inconstitucional, ainda durante a tramitação.
Pobre Constituição, na qual a decência é considerada inconstitucional.
Cristovam Buarque é ex-reitor da UnB e senador pelo PDT do Distrito Federal












