sábado, 6 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Tudo chute
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quinta-feira, 4 de junho de 2009
O exemplo sórdido do Jornalismo estupidamente Ordinário

Pergunta da dita apresentadora do TerraTV: "Outra questão recorrente aqui no chat é sobre o sofrimento dos passageiros. Todo mundo quer saber se demorou, se foi sofrido, se as pessoas tiveram a certeza de que iriam morrer".
Resposta do coitado, diretor de segurança de voo, do Sindicato dos Aeronautas: "Eu penso que sim".
Mas deveria ser assim: "Não, os passageiros nem deram bola, pensaram ser alguma pegadinha do Terra, tipo gozação dalgum apresentador idiota".
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Avião em decomposição
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terça-feira, 2 de junho de 2009
A comunicação-mundo na casa do ferreiro com espeto de pau

Milhares de satélites ao redor do mundo e há 30 horas um avião do porte do A330-200, com 228 pessoas a bordo, continua sumido em região já delimitada. Simplesmente lamentável.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Apertaram o cinto

TAP reduz salários a 2.650 empregados no Brasil
por Filipe Paiva Cardoso, Publicado em 01 de Junho de 2009
Fernando Pinto acredita que vai superar os 60 milhões de lucro num prazo de três anos. A Mota-Engil garante ao i que não está interessada na Groundforce
Quando o tempo é de crise, vale tudo. "Fica suspenso, para todos os funcionários, o intervalo de 15 minutos para café", lê-se no acordo colectivo de trabalho assinado agora entre a TAP e os sindicatos que representam os 2.650 funcionários que trabalham na TAP Manutenção e Engenharia Brasil (M&E Brasil). Mas este corte nos intervalos para café talvez até seja bem-vindo, já que os salários vão ser reduzidos.
No acordo colectivo assinado com os sindicatos de Porto Alegre e Rio de Janeiro, a TAP conseguiu impor "a todos os funcionários" uma redução da remuneração que varia entre os 10% e os 20%, "pelo período de cinco meses" - findo o qual o acordo pode ser prorrogado. Assim, para aqueles que ganham até 1.300 reais por mês (468 euros), o corte será de 130 reais, mas para quem ganha mais os cortes podem chegar a perto de 20%: quem tenha um ordenado de 1.400 reais, por exemplo, passará a levar para casa 1.140 reais (uma redução de 503 euros para 409 euros). Estes cortes serão, contudo, compensados com vales de alimentação de idêntico valor. Considerando que todos os 2.650 colaboradores vejam o salário cortado em 130 reais - o valor mínimo dos cortes -, esta medida permitiria à M&E Brasil uma poupança de 4,8 milhões de reais, ou seja 1,7 milhões de euros.
O acordo com os sindicatos foi o caminho encontrado pela administração de Fernando Pinto para conseguir contornar o problema financeiro da M&E Brasil, que deve mais de 130 milhões de euros ao fisco brasileiro e que deu 29 milhões de euros de prejuízo ao Grupo TAP - que fechou o ano com um resultado negativo de 285 milhões de euros. "O Sindicato lembra que este acordo garantiu a estabilidade dos funcionários da TAP M&E", salientou o sindicato dos aeroviários de Porto Alegre aos seus associados, notando mesmo que "qualquer descumprimento ao acordo deverá ser denunciado na sede da entidade".
Mas além do corte nas pausas para café, e nos próprios salários, a TAP acordou com os sindicatos uma redução da carga laboral entre 10% e 25%. A empresa deu ainda a opção "aos funcionários que se interessarem" de interromperem o "contrato de trabalho por 105 dias", período durante qual receberão 30% do salário. Esta opção, porém, só estará disponível para um máximo de 200 colaboradores.
Mas nem tudo é mau para os trabalhadores. A par dos cortes, "também serão implementadas práticas de concessão de passagens TAP" para todos os funcionários da manutenção no Brasil e quaisquer lucros que esta empresa consiga em 2010 serão partilhados com os 2.650 funcionários.
MOTA NÃO QUER GROUNDFORCE - A TAP realiza amanhã a assembleia-geral que marca a entrada num novo ciclo da companhia aérea. Uma reunião que ficará marcada não só pela recondução de Fernando Pinto na liderança da TAP, como pela apresentação de um novo modelo de financiamento para a empresa, que chegou ao final de 2008 com capitais próprios negativos e pouca liquidez.
Fernando Pinto, líder da transportadora, conta agora superar as metas que lhe foram exigidas pelo accionista Estado - e que não conseguiu cumprir em 2008. O objectivo é ultrapassar, já este ano, a fasquia de oito milhões de euros de resultado líquido positivo. "A três anos, será possível superar os 60 milhões de lucro", admite Fernando Pinto.
A companhia ainda vive a ressaca dos 285 milhões de euros de prejuízo registados no ano passado e os resultados seriam ainda piores (chegariam a 320 milhões de prejuízo) se a transportadora tivesse contabilizado os 31,6 milhões que acordou pagar pelos 50,1% da empresa de handling Groundforce, que recomprou à Globalia. Este valor só foi debitado em Março deste ano, pelo que será tido em conta nos resultados de 2009 - a menos que se consiga encontrar um comprador para os 50,1% da Groundforce. O que pode ser tarefa difícil, já que um dos interessados referidos por Fernando Pinto, a Mota-Engil, negou ontem ao i estar disposta a investir na Groundforce. "Não temos qualquer interesse, isso não é verdade" referiu Jorge Coelho, CEO da empresa. (com Nuno Aguiar)
domingo, 31 de maio de 2009
sábado, 30 de maio de 2009
Aprenda história divertindo-se

Do Chongas.com.br
O quadro pintado em óleo em 2006 por Dai Dudu, Li Tiezi, e Zhang An mostrava as personalidades mais influentes da história.
Daí um internauta digitalizou a obra e disponibilizou a imagem com o link para a wikipedia de cada personagem. Basta clicar na pessoa e saber toda a sua história. Show! AQUI
sexta-feira, 29 de maio de 2009
A educação

Livro entregue a crianças diz: 'Nunca ame. Estupre'
Adriana Ferraz e Folha de S.Paulo
do Agora
Depois de oferecer publicações com palavrões e erros de geografia, o governo José Serra (PSDB) disponibiliza agora, para alunos da 3ª série do ensino fundamental, literatura que incita violência, ódio, uso de drogas e má educação. No trecho mais chocante de "Poesia do Dia", para crianças de nove anos, há uma frase que recomenda o estupro em detrimento do amor.
'É uma ironia', afirma governo
Autor diz que texto não é para crianças
'Leitura precisa ser com supervisão'
O poema "Manual de Autoajuda para Supervilões", de Joca Reiners Terron, foi escrito para adolescentes, segundo o próprio autor. É repleto de ironias, sarcasmos e recursos poéticos criados, justamente, para mostrar o que um jovem não deve fazer para se tornar um vilão. Pela agressividade das palavras, porém, pode causar estragos na cabeça de uma criança.
Para a psicopedagoga Ana Cássia Maturano, a publicação não deve ser indicada pela escola em nenhuma faixa etária. "É claro que a criança não vai começar a usar drogas por causa da leitura, mas ela pode ser estimulada. Pode ficar com a ideia na cabeça. O risco demonstra o descaso da rede. Esse livro é daqueles que fica escondido, não se oferece a crianças", diz.
Para a especialista, a escolha da Secretaria de Estado da Educação --que, além de comprar, indicou o livro para leitura de alunos da 3ª série-- foi feita sem conhecimento do texto. "O título é bastante convidativo. Quem escolheu, provavelmente, não viu ou nem leu seu conteúdo. O texto é muito claro, não pode ter havido confusão", afirma.
O autor tem a mesma certeza. Alguns dos versos do trabalho são "Tome drogas, pois é sempre aconselhável ver o panorama do alto"; e "Odeie. Assim, por esporte". "Acho que quem escolheu não leu", diz Terron. A obra é recomendada para adolescentes pelo próprio site da editora Ática (responsável pelo título).
Em nota, a direção da Abril Educação (responsável pela Ática) afirma que o livro é recomendado para 13 anos, "indicação reforçada na contracapa, na apresentação e no suplemento ao professor".
Ao todo, há 1.313 exemplares à disposição na rede. O livro foi entregue há duas semanas e compõe o programa Ler e Escrever. Ele não faz parte do material obrigatório dos alunos --é oferecido como um complemento à leitura.
Sabotagem
Para o professor Joaquim Souza Campos, que faz parte do Conselho Estadual de Educação, o governo pode ser vítima de uma sabotagem. "Acho que pode estar havendo um boicote. Primeiro, um livro [didático] tem dois mapas do Paraguai, depois usa termos chulos e palavrões ["Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol"], agora poemas inadequados. É preciso saber o que está acontecendo. Isso não pode ser um programa do governo", afirma ele.
A poesia

“Manual de auto-ajuda para supervilões
Ao nascer, aproveite seu próprio umbigo e estrangule toda a equipe médica.
É melhor não deixar testemunhas.
Não vá se entusiasmar e matar sua mãe.
Até mesmo supervilões precisam ter mães.
Se recuse a mamar no peito. Isso amolece qualquer um.
Não tenha pai. Um supervilão nunca tem pai.
Afogue repetidas vezes seu patinho de borracha na banheira,
assim sua técnica evoluirá.
Não se preocupe. Patos abundam por aí.
Escolha bem seu nome. Maurício, por exemplo.
Ou Malcolm.
Evite desde o início os bem intencionados. Eles são super-chatos.
Deixe os idiotas uivarem. Eles sempre uivam, mesmo quando não
podem mais abrir a boca.
Odeie. Assim, por esporte.
E torça por time nenhum.
Aprenda a cantar samba, rap e jogar dama. Pode ser muito útil na cadeia.
Principalmente brincar de dama.
Ginga e lábia, com ardor. Estômago em lugar de coração,
pedra no rim em vez de alma.
Tome drogas. É sempre aconselhável ver o panorama do alto.
Fale cuspindo. Super-heróis odeiam isso.
Pactos existem para serem quebrados. Mesmo que sejam com o diabo.
Nunca ame ninguém. Estupre.
Execre o amável. Zele pelo abominável.
Seja um pouco efeminado.
Isto sempre funciona com estilistas.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
O livro da Compós 2009

Desafios para a comunicação
LIVRO DA COMPÓS - 2009
Orgs. Sebastião Squirra e Yvana Fechine
No cenário de implantação da televisão digital no Brasil e frente a processos comunicacionais cada vez mais orientados pela multiplicidade tecnológica e pela convergência midiática, uma questão nova surge para professores, estudantes, pesquisadores e profissionais de comunicação: quais são - ou quais podem ser - os conteúdos dessa TV que tem provocado tanta esperança e ceticismo? Foi a partir de questionamentos como esse que surgiu esta coletânea proposta pela Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (COMPÓS). Os 18 artigos aqui reunidos versam sobre as transformações na linguagem e na tecnologia dessa "nova televisão", sobre os cenários político-econômicos e modelos de negócios da TV digital, sobre tendências e experiências internacionais a partir da digitalização do meio nos seus distintos padrões. No conjunto, os textos registram um momento fundamental das discussões em torno da TV digital no Brasil.
A televisão digital traz muitos desafios à Comunicação, e um dos principais é a produção de conteúdos. Assinado pela Associação Nacional de Pesquisadores em Comunicação (COMPÓS), este livro apresenta um panorama inédito sobre o tema, contando com a colaboração de teóricos e produtores de conteúdo do Brasil e de outros países.
Autores: Adriana Omena dos Santos; Ana Silvia Lopes Davi Médola; André Barbosa Filho; Arlindo Machado; Carlos Ferraz; Carlos Scolari; César Bolaño; Cosette Castro; Ed Pôrto; François Jost; Karla Patriota; Lívia Cirne; Lorenzo Vilches; Marcelo Fernandes; Marcelo Zuffo; Marcos Dantas; Miriam Wimmer; Octavio Pieranti; Regina Mota; Renata Shimabukuro; Valdecir Becker; Valério Brittos; Vicente Gosciola; Walter Teixeira Lima Júnior
Capa: Letícia Lampert
Nº de páginas: 390
ISBN: 978-85-205-0527-4
Preço de Capa: R$ 45,00
Departamento editorial e divulgação: (51) 3019. 2102
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quarta-feira, 27 de maio de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
Conferência do Edgar Morin - Última parte
Colóquio Complexidade, Valores e Educação do Futuro, em comemoração aos 30 anos do Instituto Piaget, realizado dia 22/5/2009, em Viseu, Portugal. Presentes à mesa António Oliveira Cruz, presidente da instituição, e Françoise Cruz, diretora.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
A devida tietagem
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sábado, 23 de maio de 2009
O perigo das canetas

CANETAS E MENTIRAS
Juremir Machado da Silva - Correio do Povo
Alcy Cheuiche é um grande contador de histórias. Um escritor. Fomos encontrá-lo em Caçapava do Sul, na feira do livro que ele ajuda Paulo Vanolin e sua equipe a organizar. Um belo evento no Salão Paroquial da segunda capital farroupilha. Em pouco tempo, Alcy nos contou ótimas histórias, desde a princesa Isabel, que se achava feia e botava a língua para si mesma quando passava na frente do espelho, o que me levou a ter, enfim, mais respeito por ela, até as aventuras dele mesmo na França, em Montevidéu, em São Paulo ou na Alemanha. Alcy tem estrada e obra. Sabe divertir, encantar e mesclar temas intelectuais e literários com boas anedotas da vida cotidiana, deste nosso mundo engraçado de todo dia.
Contou-me que tinha, como quase todo mundo, mania de ficar com as canetas que lhe emprestavam. É um hábito que a gente adquire sem pensar. Eu mesmo nunca compro caneta e sempre tenho pelo menos três. Nunca são as mesmas por mais de uma semana. Chego a me perguntar se elas aparecem por geração espontânea. Quis fazer análise para saber se sou cleptomaníaco ou apenas ladrão de canetas. Nunca se sabe. Pode ser grave. Canetas vão e vêm num sistema de compensação automático e muito eficaz. Ninguém reclama. Salvo quem perde sua, sei lá, Montblanc. Eu já tive uma. Perdi. Não lamento. Acho canetas de grife uma breguice. Um dia Alcy chegou em casa com uma caneta azul. Maria Berenice, a mulher dele, pediu, em algum momento, que ele lhe alcançasse justamente uma caneta. A vida é assim. Cria as situações por nós. Não há como fugir. O negócio é sair bem do aperto. Se for possível. Alcy sacou do bolso a sua última aquisição. Foi aí que percebeu a tragédia anunciada. Ia dar problema. Ah, ia! Era inevitável.
Estava escrito na bela caneta azul: Motel Veludo. Uau! Assim mesmo: Motel Veludo. Só faltava ser Motel Veludo Azul. Um moralista deve estar pensando: bem-feito, quem manda pegar a caneta dos outros. Melhor não reagir assim. Sejamos realistas. Pode acontecer com qualquer um. Nas melhores famílias. Afinal, todo mundo, cedo ou tarde, levado por um desejo incontido, cede à tentação e pega a caneta de alguém. Segundo Alcy, Maria Berenice botou a boca no trombone. Normal. Mulher é mulher. Não? Teria restado a ele uma linha de defesa bastante sutil:
– Tu podes desconfiar da minha fidelidade, não da minha inteligência. Eu nunca ia pegar uma caneta de motel.
Faz sentido. Acreditar já é outra coisa. Maria Berenice, se compreendi bem, não se lembrava da história. Ou deu outra versão. Fiquei pensando: onde será o Motel Veludo? De quem Alcy teria pego a caneta do Motel Veludo? Agora, entre nós, a questão principal é outra: a troco de quê um motel tem caneta com nome de motel? Mais do que isso, para que motel tem caneta? Será que alguém vai para o motel escrever? O quê? Cartas de amor? No ritmo em que as coisas andam, a vítima de uma caneta de motel poderia entrar na Justiça por perdas e danos. Aviso de utilidade pública: confira sua caneta antes de entrar em casa.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Amanhã, em Viseu
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quarta-feira, 20 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
A pá de cal
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sábado, 16 de maio de 2009
A questão é:
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sexta-feira, 15 de maio de 2009
No meio do Caminho das Índias falta um dicionário


DESPENSA -
S. f.
1. Repartimento de casa, navio, escola, hospital, etc., onde se guardam mantimentos.
[Cf. dispensa, do v. dispensar e s. f. ]
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